segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O crime

Era uma vez um garoto, tinha o cabelo encaracolado o sorriso meio malicioso, altura mediana 9 primaveras haviam se passado. Morava em uma casa até que bem arrumada com seus pais que lhe tratavam com esmero, mas a educação rigida que aos vizinhos assustava.
Um dia de céu nublado saiu com sua mãe para o mercado, ali começou o crime mais mal sucedido, porém hoje mais bem contado.
Doce, vontade e uma grande oportunidade.
Pois bem, o pegou, no caminho de volta seu rosto amedrontado o entregou, mamãe o fitou, as palavras de explicação confratam-se com uma só questão.
Dedos entre o polegar e o indicador fazia o menino parecer alto.
O corpo inteiro em dor, uma orelha em chamas, mas o que nunca vai esquecer é o abraço de amor, aquele olhar de correção.


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