Sempre me imagino em uma praia, consigo sentir a água morna do final de tarde aquecendo meus pés, meus olhos cerrilhados por causa do Sol e a brisa quente batendo no meu peito descoberto. A água do chinelo respinga em minha perna e em alguns momentos sinto fantásmas por perto.
O horizonte ilude com sua grandeza que o céu não é um limite, que a terra não pode me segurar, que o barulho das ondas serve para que tenhamos bons sonhos e não para nos amendrontar.
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